ASTURIANOS d'ASTURIAS n'ASTURIAS
25/02/2006
Posiblemente, aprovetando el poder político qu'actualmente ten un gran profesional de la sanidá gallega, os servicios sanitarios gallegos incapacitaranos llegamente por tar tollos
Associaçom Abertal afirma que «Touriño nom parece ter claro que nas Astúrias se fala galego»
Carlos Varela Aenlle denuncia a nefasta política linguística quer para o galego quer para o asturiano no território administrativo das Astúrias
PGL.
A associaçom Abertal, defensora do galego nas Astúrias, contradiz o presidente da Junta, Emilio Pérez Touriño, e sustém que a questom da língua «já é» um problema no Principado. Para este colectivo, o chefe do Executivo galego «deveria-se informar» sobre o conflito lingüístico na comarca do Eu-Návia antes de ter feito essas declarações após o encontro com o seu homólogo asturiano, Vicente Álvarez Areces.
Carlos Varela Aenlle, membro da Real Academia Galega (RAG) e presidente de Abertal, acredita que do comportamento de Touriño se deduz que «nom parece ter claro que nas Astúrias se fala galego; algo que o próprio Fraga tivo claro no seu momento e que Quintana também tem claro», lamentou.
Na sua opiniom, as declarações do responsável do Governo galego têm a sua origem numhas já anteriores onde manifestava que seriam os próprios asturianos que decidissem sobre o que se fala na Terra Eu-Návia. «Isto seria um despropósito; igual que se o próprio enfermo decidisse sobre a sua enfermidade, obviando o seu médico», afirma.
Ainda, Varela lembra ao presidente da Galiza que «tanto a 'Lei de Normalización Lingüística' quanto os estatutos da RAG defendem a língua galega onde quer que se falar», se bem reconhece que quaisquer actuações que surgirem desde a Galiza serám vistas «como umha ingerência» desde as Astúrias, em particular pola 'Academia de la Llingua Asturiana', defensora de que o galego da comarca é mais umha variante do asturiano.
Por último, o académico considera que «nengumha instituiçom internacional, como o Conselho da Europa, reconhece que as falas eu-naviegas sejam outra cousa diferente do galego». No entanto, a actual situaçom legal e administrativa fai com que os galego-falantes das Astúrias vivam os efeitos de umha política lingüística que resulta «nefasta para o galego e para o asturiano».
PGL, 25/02/2006
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=2629
Por: FdN | Objective: Burma! | Comentarios (0) | Referencias (0)
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