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20/05/2008

Psicofonías d'ectoplasma

 

Puderon ouguirse estas noites pasadas, salindo por furaos y ragandixas del fondo das covas mas estretas que tan nos montes más zarraos del "más alló" y sempre envoltas en un cheiror insoportable, claras psicofonías d'ectoplasma chamando a úa nova "GUERRA SANTA".

úa psicofonía d'ectoplasma pañada mentras cruzaba a Ría del Eo

Anque a mayoria xa tíamos esqueicidos estos fenomenos paranormales, el recordo da súa periodicidá y marcado carater cíclico, llevonos a consultar col noso ghostbuster de cabecera en busca d'un dianostico científico qu'esplique el motivo que lleva a estás estrañas criaturas, cada certo tempo y sin esplicación ningúa, a tirarse en plancha y espetarse úa y outra vez contra este particular "Krak dos Caballeros" asturiano nel que temos convertido a nosa terra nos últimos milenios.

Según os espertos consultaos el desencadenante d'estos poltergeist pode ter duas causas, non escluyentes:

1/ A calentura natural que yes va entrando a estas critauras del "más alló" según s'achegan as súas elecciois, que ven a ser lo que nel mundo natural corporio chamamos "época o periodo de celo".

Parez ser, dicen os entendidos, qu'as dificultades pra esplicar os estraños compañeiros de cama (contranatura), os raquíticos resultaos nestos tres anos de "relación formal", y certos delirios de grandeza que parecen tar sustentaos nun complexo de Brunilda xeneralizao, empuxa a os escitados dirixentes del "más alló" a usar as conocidas tecnicas da prosopopeya con estas estrañas criaturas pra anunciar a bombo y platillo a aparición de'espectaculares teleplástias nos sous mapas qu'avezan a usar pral cortexo nupcial, condo en realidá nun se trata más que de paraeidolias de facil tratamento médico.

2/ D'outra parte, a necesidá de autoconvecese da súa propia esistencía, obliga a muitas d'estas criaturas del "más alló" al desdoblamento astral, incluso en grados estremos de necesidá poden chegar directamente á fenómenos de billocalización.

Nestas circustancias estremas que comentamos, cúa necesidá imperiosa de cariño, reconocemento y protagonismo del que carecen, tense dado casos que criaturas que vagan sin rumbo por burocráticas istituciois al rabo d'administracióis públicas y al servicio del goberno títere de turno, cheguen a arrenegar da súa llinia istitucional, esqueicer todo el sóu trabayo feito y incluso a desdecirse das súas declaraciois públicas pra calecer al llao de "milhões de pessoas no mundo" intentando atoupar ente tantos "millóis y millóis" algúa outra criatura errática, cúa qu'esquivar a estinción y evitar pasar á siguente fase del sou transito vital, tal y como yes aconteceú tempo atrás a os nubreiros, trasnos, encantadas....

Igual que nel caso anterior, un tratamento médico adecuado seguindo el protocolo avezao pra casos de trastornos d'identidá disociativo suel dar un bon pronóstico.





EXEMPLO d'úa das multiples chamadas a GUERRA SANTA contra os ¿¿asturnazis?? que pululan por internet periódicamente:

http://www.arroutadanoticias.com/foro/viewtopic.php?t=12942


A nossa Língua é Internacional

A Associaçom Galega da Língua (AGAL), com motivo da celebraçom do Dia das Letras, convoca todos os galegos e galegas a manifestarem-se o próximo 18 de Maio às 12 horas na Alameda de Compostela, em defesa da Língua da Galiza, que identifica o nosso Povo, e convida a fazê-lo de modo firme e cívico polos nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos de acordo com as seguintes considerações:

1.- Denunciar as políticas de substituiçom lingüística que levamos sofrendo durante os últimos 25 anos, disfarçadas de falsa normalizaçom lingüística.

2.- Exigir o reconhecimento da condiçom internacional da nossa Língua, que com a variedade própria das línguas internacionais é falada por centos de milhões de pessoas no mundo, quer como língua nativa, como é o caso dos galegos, quer como língua oficial de oito Estados, ou como língua cada vez mais estudada em todo o mundo polas vantagens das línguas internacionais.

3.- Denunciar as autoridades e administrações públicas que, em vez de garantirem os direitos lingüísticos e democráticos do Povo galego, discriminam e perseguem aqueles que nom aceitam a deriva de substituiçom lingüística e dialectizaçom castelhanizadora do Galego que o torna desnecessário no seu próprio País.

4.- Apoiar a iniciativa aprovada no Parlamento por unanimidade reclamando a recepçom das rádios e televisões portuguesas na Galiza, que pedimos que se efective desde já e que nom fique numha simples declaraçom sem vontade real de a levar a cabo.

5.- Denunciar também os grupos extremistas que, protegidos por certos sectores políticos, atacam o direito e a liberdade de vivermos na Galiza em galego.

6.- Finalmente, apelamos a toda a sociedade para exigir umha mudança das políticas que tornam a Língua desnecessária e dialectal, como forma de impor o uso do castelhano, por políticas que garantam os nossos direitos lingüísticos individuais e colectivos, assegurando que o Galego continue a ser a língua própria dos galegos e galegas, e umha língua extensa e útil.

 

Adesons Colectivas:
 
TransGaliza Ciberirmandade da Fala (Galiza) Renovação-Embaixada Galega da Cultura (Madrid - Espanha) Casa Amadis (Associação Lusófona de Montpellier - França) Fala Ceive (Associación Berziana de Defensa da Língua) Gráficas Xerga, SC (Corunha - Galiza) Galiza Sosego (GzS) SCD Condado (Salvaterra de Minho) Esquerda Nacionalista (Galiza) Galiza Nova - Barbança Agrupaçom Cultural O Facho (Corunha) Escola da Amieira (Amieira / Ourém - Portugal) Elos Internacional da Comunidade Lusíada Centro Social Aguilhoar (Límia - Galiza) Plataforma para a Recepçom das Rádios e Televisões Portuguesas na Galiza Associaçom VOGAL (Ensino em Galego - Galiza) Alternativa Asturiana eunaviega Aturuxo Local Social (Boiro - Barbança) Edições da Galiza Arte Tripharia (Editora de Música - Portugal) AGIR (Organizaçom Estudantil da Esquerda Independentista - Galiza) Assembleia Geral de Estudantes de Compostela Local Social Faísca (Calvário - Vigo) Associaçom Civil Amigos do Idioma Galego (Buenos Aires - Argentina) Barxa Advogados, SLP (Ourense - Galiza) Bufete Barxa e Viso, SLP (Ourense - Galiza) Assembleia Universitária polo Galego (AUGA) Associaçom Abertal (Eu-Návia) Movimento Defesa da Língua Mulheres Nacionalistas Galegas CS A Esmorga (Ourense - Galiza) Galempresa (Galiza) ACOPEUS (Associaçom de Consumidores e Utentes de Serviços - Galiza) Portugueses pela Galiza Lusófona Associação Cultural Pró Academia Galega da Língua Portuguesa Associação Socio-pedagógica Galego-Portuguesa Associaçom Cultural V Irmandade (Vigo - Galiza) Galiza Nova - Chantada Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal de Rondônia - UNIR (Porto Velho - Rondônia - Brasil) Rádio Kalimera (Rádio Livre de Compostela) Xunta de Persoal dos Servizos Periféricos da Junta da Galiza (Província de Ponte Vedra) Colectivo Cultural Buril (Burela - Marinha) BNG de Sober 

Portal Galego da Língua
http://www.agal-gz.org/manifesto08/index.php



PGL - Apesar da chuva, até 25 mil pessoas percorrêrom as ruas de Compostela onte, dia 18 de maio, com motivo da manifestaçom pola língua convocada separadamente pola Associaçom Galega da Língua (Agal) e a Mesa pola Normalizaçom Linguística, que finalizou enchendo a praça da Quintã da capital galega.

Ao já tradicional «Na Galiza, em galego», os manifestantes acrescentárom muitas outras palavras de ordem, das que destacou «Temos direito a vivermos em galego», título do comunicado da Agal do passado dia 25 de fevereiro, um mês mais tarde assumido pola Mesa pola Normalizaçom Linguística e outras associações, bem como os gritos de «A nossa língua é internacional», «Galego oficial, na Faixa Oriental», «Do médico ao notário, em galego a diário» ou «A língua unida jamais será vencida».

A presença de miúdos e gente nova foi numerosa e nem a chuva pudo impedir o entusiasmo na defesa da língua mostrado durante todo o percurso da marcha.

As críticas às instituições públicas fôrom claras, reclamando a garantia dos direitos dos galegos e galegas a desenvolvermos plenamente a nossa vida na nossa língua, direito elementar que hoje se nos nega.

A Mesa pola Normalizaçom Linguística leu os seus comunicados, que fôrom atentamente escuitados polo resto das organizações presentes no acto. Infelizmente, durante a posterior leitura do comunicado da Agal da cima das escadas da praça, a música subiu repentinamente de volume, dificultando e chegando a impedir a mesma.

A espectacular estampa de tantas pessoas debaixo dos guarda-chuvas a cantarem o Hino da Galiza (ver fotos) foi um dos particulares destaques do acto reivindicativo, a que acudírom vários jornalistas lusófonos e que, para além do incidente comentado, se saldou muito positivamente.

Portal Galego da Língua
http://www.agal-gz.org/modules.php?name=News&file=article&sid=4362


 

Por: FdN | Mars Attacks! | Comentarios (0) | Referencias (0)
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